CONCORRÊNCIA POLÍTICA

10/02/2013 17:25

 

CONCORRÊNCIA POLÍTIVA:

adversidade no campo de batalha (X versus Y)

            Não se iluda. É possível que alguém não esteja fraco a ponto de ceder às imaginações do medo, quase tão absurdas como as do oponente que, seguramente será muito mais penosa. Se fosse preciso enganar, há quem preferiria que fosse ao sentido da confiança; não perderia com isso e, sofreria menos. Um fim tão próximo não é necessariamente imediato, ao considerar os limites intransponíveis de fala, é possível defender a posição passo a passo e recuperar em um confronto, mesmo algumas polegadas do terreno a ser perdido.

            Num ataque sem hesitação não deve se alongar em semanas, mas em horas. A matemática do oponente deve ser utilizada em probabilidades de acabar definitivamente afastando com um único golpe. Distanciar do risco de cair nas fronteiras do caos, atingido por “areial movediço”, conseqüência das tempestades, é ocasião para conhecer a força das leis sem recorrer aos “feitiços” dos resultados. O arquipélago da política abre margem ao sufoco. Mas é possível, após a névoa luminosa descobrir pouco a pouco a linha da costa, e começar a avistar o perfil do oponente e determinar sua derrota.

            Na percepção do perigo tem que ser forte e a visão não pode ser fraca. O foco deve ser bem orientado, propondo a combinação do “feitiço contra o feiticeiro”. Pela ordem, deverá ser alocado o peso da eficiência de esforços e a concentração de forças avassaladoras. O ataque deve ocorrer quando o oponente não estiver preparado. A investida deve ser fulminante para não permitir a esperança de reversão dos resultados. Identificado o ponto fraco do oponente, tem que ser afetado com rapidez, colocando em jogo seus bens mais valiosos.

            A fusão de ferramentas a serem utilizadas devem ser alinhadas a ponto que a vítima da força, estando inocente da violência que se exerce, reconheça o resultado colossal, afetando primeiro a reserva de combustível. O oponente tem que reconhecer sua vulnerabilidade diante do carrasco. O mal que se encontra no punho da espada, transmitido para a ponta, deve ser a ordem nos campos do rebento de “conveniência” desviada de sua finalidade, permitindo o julgamento da sua fraqueza. Os tratores da justiça percorrerão pelos ramais melhorados que, por vocação, conduzirá ao caminho da vitória. Pois nenhuma águia resiste uma arapuca. Para isso, basta um coelho.

            Assim, os que ignoram as condições políticas- passado e presente – informações perigosas, tua e a quem apontar – na sua sanidade, não pode conduzir a marcha de um exército sem comando. Dessa forma, todos podem ver as táticas de um ataque, mas é possível propagar meios que ninguém consiga discernir a estratégia contrária que pode se implicar numa derrota. Aquele que, ignorável no seu ato e, considera-se líder, jamais deve colocar em ação um adversário motivado pela raiva; não deve divulgar informações desnecessárias, pois erroneamente conduzida no campo de batalha pode determinar sua “morte ou prisão”. Nunca permita que teu inimigo seja obrigado a identificar a gazeta de tuas fraquezas, ao mesmo tempo, se ele souber usar, certamente te derrotará. Pois o imaginável, não oculto dos teus rastros, servirá de guia para tua aniquilação.

Prof. José Augusto.

 



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