ARTE DA MUDANÇA

10/02/2013 17:26

 

ARTE DA MUDANÇA

            Somente acreditamos naquilo pelo qual estamos dispostos a sofrer e a morrer. E são, nas nossas decisões, que forjamos nosso futuro.

            Podemos voar como águias audazes, ou podemos ser simplórios pardais. Podemos ser brilhantes e resistentes como o diamante, ou podemos ser pedras basálticas comuns. Isso será definido pelo nosso poder de decisão, pelo nosso livre arbítrio, pela “garra” de cada um em não se conformar com as mesmices do cotidiano e estar sempre disposto a vôos mais altos, a superar obstáculos, a não temer, antes respeitar a concorrência, e ir além das expectativas. Tudo tem um preço, e você precisa avaliar se o seu sonho, se o seu objetivo, efetivamente valerá o seu esforço e esta decisão, compete apenas a você.

            A águia é uma ave extraordinária (não à toa, é símbolo de países como USA e Alemanha) e com ela podemos aprender acerca de tribulações e de superação. Acerca de dores e curas. Acerca de sofrimentos e recompensas. Este algo que atormenta a cabeça do homem, e o subjuga, e em muitos casos o escraviza.

            Sabe-se que a vida é um maravilhoso presente para cada um de nós e aprendemos que aquilo em que nos transformamos é um presente nosso para a vida. É claro que dá um trabalho danado ser um diamante ao invés de uma pedra comum. Isso leva tempo, sofrem-se terríveis pressões, é necessário encarar temperaturas altíssimas e não se pode esmorecer, nunca. Nunca faça nada por ambição egoísta. Em Filipenses 2:4, lemos: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.”

            As Empresas existem para dar satisfação às pessoas. Evidentemente seus proprietários querem lucro nas operações, entretanto o dinheiro é conseqüência do trabalho bem executado. O dinheiro não é um fim em si mesmo e ninguém deve desconhecer isso. Dinheiro precisa ser respeitado, nunca amado! Em Provérbios 14:30, está escrito: “ O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.”

            Segundo Rui Barbosa, um político além do seu tempo conceitua o seguinte: "Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam com a outra. Antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada".

            Assim, pode-se observar que na política necessária há vários pensadores apontando mandamentos:

Albert Einstein - "A política serve a um momento no presente, mas uma equação é eterna" e;

Voltaire - "A política tem a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano".

            É injusto imaginar que política seja apenas isso. Apesar dos episódios que marcam as estampas dos jornais, valorizarem exatamente o antagonismo da coerência política na sua justa causa temos:

Otto Von Bismarck - "A política não é uma ciência, como supõe a maioria dos senhores, mas uma arte" ;

Magalhães Pinto - "Política é como nuvem. Você olha e ela esta de um jeito. Olha de novo e ela já mudou" e;

Lajos Kossuth - "A política é a ciência das exigências."

            Sendo a política uma equação, uma grandeza ou até mesmo uma arte, Arnaldo Jabor diria: “Honestidade, raridade deste país de espertezas. Onde política é escola para ficar rico da noite pro dia, onde a miséria é inerente nesse país de riquezas, onde se pune a verdade e glorifica a mentira. O que enobrece a nossa elite é a esperteza, incentivando aos nossos jovens que roubar vale a pena. Honestidade neste país é sinal de pobreza, de quem não terá nada, de quem se apequena. País onde a esperteza nem pensa em ser sutil, onde a justiça é cega e não vê esses matreiros. Onde o lixo vira comida nesse rico Brasil, Pois a miséria e a fome são do povo companheiro. Por que essa avareza de brigar pelo poder e riqueza?  Por que não dividir as riquezas que a natureza nos dá?  Pois pertence a todos e não a esses imbecis que usam de espertezas. A honestidade morta não tardará, ainda renascerá...”

            Finalizando, devo expressar meu sentimento que sem DEUS, nenhum projeto se sustenta. Se você colocá-lo em primeiro lugar, tudo dará certo e verá a prosperidade e as graças lhe alcançarem porque ainda temos homens justos na busca da perfeição. É claro que as utopias liberais do século 20 diziam que teríamos mais ócio, mais paz com a tecnologia. Acontece que a tecnologia não está aí para distribuir sossego, mas para incrementar competição e produtividade, não só das empresas, mas a produtividade dos humanos, dos corpos. Tudo sugere velocidade, urgência, nossa vida está sempre aquém de alguma tarefa. A tecnologia nos enfiou uma lógica produtiva de fábricas, fábricas vivas, chips, pílulas para tudo. Portanto, esqueçamos teorias, sejamos águias, o povo tem sede de mudanças – mudar é preciso, mudança já! Mudanças como nuvens...


Prof. José Augusto



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